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Postagens

À Procura da Felicidade

Nesse emocionante filme, estrelado por Will Smith, acompanhamos a história real de Chris Gardner que, em meio a diversas adversidades, tenta manter um mínimo de dignidade para si e seu filho. Na saga, Chris, investe suas economias em tomógrafos, que tenta vender diretamente aos médicos, não obtendo sucesso. A dificuldade financeira leva sua esposa a abandoná-lo, deixando-o com o filho em um uma situação tão ruim, que chegam a dormir em um banheiro de estação de metrô. Seguramente ao final tudo dá certo. Hollywood não faria um filme que não terminasse com um exemplo de superação e vitória.
Acontece que, apesar de toda emoção do filme, nem sempre as adversidades terminam em vitória. Olhando ao nosso redor, constatamos que poucos alcançam uma vida cheia de realizações, digna da telona. As pessoas dormem e acordam, trabalham diariamente, muitas vezes em atividades que não gostam, tem problemas com o cônjuge que não conseguem resolver e andam com o coração na mão por conta dos filhos. Isso …
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Tudo quanto pedir Deus fará?

Não é raro termos dúvidas acerca de orações não respondidas pelo nosso Pai Celestial. Principalmente quando nos deparamos com situações quejulgamos incompatíveis com nossa posição como filhos de Deus. Uma doença que alcança um ente querido, uma catástrofe que assola o que construímos com afinco, lutas inexplicáveis que nos colocam em situações de fragilidade e medo.
Ao buscarmos nosso Pai nessas ocasiões gostaríamos de ter certeza de que Ele está nos ouvindo e nos irá atender. Procuramos, então, refúgio em promessas que encontramos na Bíblia, na certeza de que, com elas, teremos vitórias. Um dos ensinos de Jesus comumente utilizados é aquele, em que Ele ensina os apóstolos, durante sua última ceia, dizendo: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” Jo. 14:13 De posse dessa declaração, do próprio Cristo, podemos nos sentir tristes e confusos quando insistimos em oração, dizendo claramente que oramos em nome de Jesus, e não so…

Em defesa de Jesus

Após a passeata LGBT apareceram muitos defensores de Jesus, o que inclusive popularizou o termo cristofobia.
Essa necessidade de defender Jesus não é nova. Quando ele ainda vivia houve uma situação extrema, onde um de seus mais fiéis seguidores o defendeu com fervor. Vocês lembram?
Foi assim: Jesus foi traído pelo seu amigo Judas, que entregou seu paradeiro em troca de algumas moedas de prata. O sumo sacerdote, alguns de seus servos e uma multidão, todos religiosos, porém verdadeiros cristofóbicos, foram atrás de Jesus. Quando chegaram Pedro não teve dúvidas, partiu em defesa de Jesus e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote! Um exemplo de homem que defendeu a Jesus em detrimento de sua própria segurança!
Jesus, em resposta a essa atitude tão nobre de Pedro, o repreendeu, mandando-o guardar a espada. Como se ainda não bastasse ele curou a orelha ferida do cristofóbico dizendo:
Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Ou pensas tu que e…

Amigos

Há alguns anos ouvi uma mensagem que eu poderia resumir como: a Igreja já está cheia de irmãos, o que ela precisa é estar cheia de amigos. Por mais estranho que pareça, essa mensagem era dedicada a um grupo cristão que se reunia nas casas e tinha como orgulho a união alcançada por meio de uma prática cristã simples, que não se importava com ritos e sim com pessoas. Não sei quantos naquele dia foram alcançados pela mensagem. Talvez a maioria nutrisse uma certeza interior que aquilo já estava resolvido no meio do grupo, tão unido.

A amizade pode nascer de várias formas. Quando criança, brincamos com nossos vizinhos e fazemos amigos facilmente. Alguns desses entram conosco na adolescência, mais tarde, interesses em comum nos levam a estabelecer novas amizades. É comum na juventude acreditarmos que os amigos irão nos acompanhar por toda a vida (bom que algumas vezes é verdade!). Há as amizades que iniciam na escola, no trabalho e, também, dentro de um contexto religioso. É natural que al…

Não julgueis!

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” Mateus 7:1-2

Não é incomum recebermos esse texto como resposta a alguma crítica que fazemos com respeito ao meio evangélico e, principalmente, aos seus líderes. Bom, já vou começar chutando o pau da barraca: se foi necessário citar esse texto como defesa a alguma coisa dita, ou feita por alguém, é porque o que foi dito ou feito foi uma bobagem sem tamanho! Ninguém reclama quando se “julga” alguma coisa positivamente. Dizer: “Nossa, que palavra abençoada do pastor super ungido” nunca é rebatida com o não julgueis. Entretanto, dizer: “Caracas, quanta bobagem o pastor falou hoje hein?” já é rebatido com Matheus 7 ou pior, 1 Samuel 24:6, para não tocar no ungido do Senhor. Sobre esse último, que é um absurdo, falarei em uma outra postagem.

Então, se foi necessário citar Matheus 7 para cessar o “julgamento”, já é um bom sinal que…

A Igreja é assim (!?)

A Igreja é assim.

Ela não respeita instituições, estatutos, paredes, reuniões, padrões, placas, nem nada que o ser humanos possa construir ou instituir. A Igreja simplesmente se manifesta em sua própria existência, alheia ao governo humano e debaixo do governo de Deus. E quando assim o faz a reconhecemos, não pelo fato dela reinvindicar sua posição, mas sim pela sua natureza, caráter e frutos. Então, ao notar essa expressão de vida, podemos nos entregar a sinceridade e concluir, em nosso íntimo, o quanto fazemos ou não parte dela. O quanto estamos misturados nessa vida que atropela, que anda, que empurra, que nos leva a lugares algumas vezes agradáveis e outras, sombrios. Podemos nos fazer a seguinte pergunta: queremos nos engajar nessa coletividade de histórias, alegrias, tristezas, aspirações, acertos, erros, pecados, virtudes, trabalho, lazer e humanidade (sendo que podemos fugir dela), assim como Jesus fez ao deixar os céus, ou preferimos seguir os caminhos, já aclamados, que pode…